quarta-feira, 3 de julho de 2013

MEU ENDEREÇO - PROGRAMA HABITACIONAL DOS CORREIOS

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Seminario realizado em Brasilia, tem a clara intenção de levar dignidade com a facilitação do ingresso do empregado e familiares no programa habitacional. O senso realizado em todo ambito da empresa em todo Brasil tem o intuito de conhecer as condições de moradia dos empregados dos Correios e discutir alternativas para que eles possam adquirir a casa própria por meios de programas de produção, aquisição, arrendamento e cooperativas, aprimorando assim a qualidade de vida dos trabalhadores. Com estes objetivos, foi promovido na quarta-feira do dia 26/06/2013 o I° Seminário Nacional da Habitação, em Brasília (DF), e lançado o programa Meu Endereço.
 
 
O vice-presidente de Gestão de Pessoas, Larry Almeida, assinou Portaria instituindo o Comitê Nacional da Habitação, que se propõe a sistematizar ações já vigentes nos Correios na área da habitação, fazendo com que estas práticas se aprimorem e sejam disseminadas em todas as regionais. “Com a criação do Comitê estamos trabalhando a inclusão através da habitação. O direito à moradia representa um dos principais alicerces de segurança do ser humano”, afirmou Larry, que destacou ainda a importância do comprometimento dos diretores regionais nesta iniciativa. Todos estavam presentes no evento, além das representações dos trabalhadores. Respeitando assim o que se propõe a clausula 46 e 46 do Acordo Cletivo de Trabalho.
 
 
Censo – Em 2012 foi realizado o primeiro censo habitacional dos Correios, cujo resultado foi apresentado no Seminário. De acordo com o levantamento que contou com 62.926 questionários validados, cerca de 89% dos funcionários afirmaram ter interesse em participar de um programa habitacional dos Correios. Na pesquisa, 40,79% dos empregados afirmaram já possuir casa própria quitada, 17,68% própria pagando, 20,42% moram de aluguel e 21,10% vivem com os pais. Por outro lado, cerca de 20% dos trabalhadores responderam não ter condições de moradia adequada aproximadamente 8% possuem casa em material que não é alvenaria/tijolo; 18,19% afirmaram que o estado de conservação de seus lares é “ruim” e 0,34% “precário”; 0,66% não possuem banheiro em casa; quase 6% não contam com água canalizada e 39% não dispõem de rede de esgoto convencional.
 
 
Para Larry, apesar da relevância de melhorar a situação habitacional de quem já possui casa própria, o que representa quase 59% do total dos pesquisados, a reflexão do Comitê deve focar nos 20% de trabalhadores que não têm moradia adequada. “Todos devem ser atendidos, mas devemos priorizar aqueles que não têm acesso às condições mínimas de habitação”, concluiu.

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